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Casar, juntar os panos, morar junto...

By 20:24 , , , , , , ,



Boa noite pessoas lindas!

Apesar de ter dito que retornaria semana passada, as provas finais acabaram comigo. E quando digo acabaram estou sendo extremamente sincera. Sincera o suficiente pra admitir que reprovei em uma das matérias =/
Mas como não é sobre isso que eu vim falar, pulemos a parte ruim.
Estando oficialmente de férias escolares, meus posts agora serão noturnos!
Porque infelizmente não tem sobrado tempo no trabalho para postar, e não garanto conseguir programar, então no geral vou estar aqui à noite.

Resolvi trazer hoje algo ligeiramente diferente. Uma "análise de vida". Não sei se comentei aqui, mas no dia 30/05 minha irmã mais velha, Pamela, se casou. Foi o primeiro casamento dos Oliveira, chorei feito idiota mesmo dizendo que não ia chorar, e devo dizer que foi um dos momentos mais mágicos que já vi, desde o fato de ser um casamento da família, até a escolha do local, enfeites, tema... Porque sim, foi um casamento temático!

Mesmo não tendo autorização dela vou compartilhar umas fotos porque eu que tirei, então, bom, são minhas e ponto final (risos)

Foto desenterrada de 2009, só pra Pamela ver e me xingar <3
A análise de hoje vai ser baseada no que eu vi desses dois retardados ai da foto, que eu amo muito.
Hoje, não vou falar de mim, nem do homi, nem de livros que li nem nada do tipo. Vou contar um pouco do que vi, e aprendi com o casal mais descolado do universo, a Pam e o Phill.

Pra ser sincera, não lembro ao certo quando eles começaram a namorar, acho que foi em 2006. É tanto tempo, que tenho a sensação de que o Fillipe estava o tempo todo na família. Eu via ele como um segundo irmão mais velho.
Eu vi esses dois brigando, brincando, se amando e se odiando, por anos.
Vi os dois fazerem planos mirabolantes pro futuro, mesmo antes dela completar a maioridade ou ele ter barba suficiente na cara.
Mas uma coisa, mesmo no alto dos meus 13/14 anos eu sabia: ele era o cara perfeito pra ela.
Eu achava lindo a cumplicidade dos dois, a simplicidade com que eles viam e faziam tudo. Eu achava o máximo a felicidade do Fi ao chegar na casa dos meus pais à noite, cansado, em plena sexta-feira, e encontrar comida, que minha irmã tinha preparado pra ele, porque sabia que ele chegaria esgotado, ou a cama inteira pronta pra ele só cair e dormir. E digo isso, porque nessa época, quando passavam o final de semana juntos, era sempre assim que começava.

Há dois anos atrás assisti os dois "juntando os paninhos". A maioria das pessoas olha torto quando ouve essa expressão, o que é comum, crescemos numa sociedade essencialmente cristã, que vê de maneira errada esse tipo de atitude. E apesar de ter sido "criada" na igreja, todos nós abandonamos os dogmas que considerávamos descabidos, e passamos a seguir nossas próprias regras.
A ideia de casamento foi um desses dogmas jogados no lixo.
Não me recordo quem me disse certa vez que um casamento não é obrigatoriedade pra felicidade de um casal.
E esses dois mantiveram essa ideia fresca na minha cabeça por dois anos. Nada contra casamentos, nem estou aqui dizendo pra banirem essa cerimônia, estou apenas comentando que os dois fugiram dos padrões, e isso em nada afetou o relacionamento deles.

Como todo casal, no inicio, eles tiveram as dificuldades deles. Mas ainda assim, em cada um desses problemas, eles estavam juntos. Companheiros, sempre.
Mesmo sem nenhum papel assinado, viviam felizes como marido e mulher. Havia um respeito mútuo ali, algo que a maioria das pessoas sonha em ter. Sabe aquela ideia de relacionamento perfeito? Então, é bem por ai.
E antes que venham com os mimimi de "não existe relacionamento perfeito", entendam que a minha visão de perfeição consiste na imperfeição, no equilíbrio.
E equilíbrio é a palavra que define tudo aqui. Fosse nos momentos bons, ou ruins, um nunca deixava o outro na mão. Na saúde, ou na doença, na alegria ou na tristeza. Um sempre apoiava o outro.

E mesmo com a vida funcionando como já fossem casados, eles decidiram oficializar.
O que basicamente só significava que eles finalmente iam assinar os papéis, porque no geral, continua tudo igual.

Mas é lógico, que vindo do casal troll que foge de tudo que é tradicional, o casamento foi do mesmo jeito.

Juro pra vocês, vi minha irmã se descabelar com essa cerimônia, pra que tudo fosse perfeito e do gosto deles. E a cerimônia em si eu não tenho nem como descrever, porque foi tudo surreal.

E agora, eu sei que muitos estão se perguntando: Tá, e pra que essa doida falou tudo isso?
Eu aprendi com esses dois que não importa se você está seguindo os padrões, se você segue o que os outros dizem. Você pode sim ter seus 20 e poucos anos ou mais e ainda gostar de Pokémon. Você pode pegar sua malinha e suas roupas, e ir morar junto com a pessoa que você ama, se isso for o que vocês desejam.
Assim como você pode casar hoje e separar amanhã, você pode também nunca se casar, e ser feliz do mesmo jeito.
O que importa, não é o que os outros pensam ou dizem, e sim o que você pensa de si, e sente.
O que importa é você correr atrás do que quer, quando quiser, e não quando fulano diz que você deve.
Você deve ser capaz de julgar aquilo que é certo ou errado, tendo noção de suas responsabilidades.
Não importa se você é nerd, gamer, descolado, marombado ou qualquer outro estereótipo que for: se você achou seu player 2, não deixe o game over acontecer.
Juntos, vocês superam qualquer adversidade, qualquer problema. Basta um confiar no outro.

E é isso que eu quero deixar registrado aqui, antes da pequena galeria de fotos.
A Pam e o Phill foram um casal bem incomum, se eu fosse citar tudo demoraria uma vida e eu seria xingada mais tarde, mas uma coisa eu aprendi com eles, e eu faço questão de compartilhar: faça do seu companheiro seu melhor amigo.
Dai pra frente, não importa se você casou ou não, se teve filhos ou não, se vai à igreja no domingo ou não: vocês tem um ao outro, vocês tem tudo.

E Pam e Phill, se lerem isso aqui, saiba que eu amo muito vocês, de coração. O post é bem gay, mas fazer o que, não tem jeito de fazer isso de forma masculina (risos). Não me matem pelas fotos.

Eu e mamãe, com o porta alianças feito especialmente pra cerimônia
Montinho na noiva, porque sim :)

Montinho no noivo, porque sim mais ainda :)

As madrinhas mais badass de todos os tempos

Consequência do montinho. Que bom que foi comprado (risos)

Sessão fotos pro álbum <3

Sessão fotos pro álbum <3

E quando perguntarem qual a coisa mais incomum que viu na vida, diga que foram Stormtroopers casando :)

<3

Mais referências nerds, impossível!

Foto bem mala ;D

Porque nada no casamento foi convencional, nem mesmo os noivinhos.

<3

\m/

Só porque a Angra e a Alice são lindas <3

As mães <3

Os Oliveira
<3




Bom pessoal, por hoje foi só.
Espero que a "história" e as fotos inspirem vocês, e que eu tenha conseguido passar a mensagem que eu queria.
Se você tem uma história legal do tipo, e quiser compartilhar e virar post, manda pra gente lá pelo facebook :)
Vou ficar super feliz de compartilhar esse momento único aqui!

Amanhã eu to de volta, só não sei com o que ainda :)

Beijos, e até a próxima!

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